Oír Palestina

Ouvir Palestina

Hear Palestine

Écouter Palestine

Llamado de solidaridad internacional 

Ante los nuevos avances de ocupación de los territorios palestinos por parte de Israel, la intensificación de las acciones para la anexión de Cisjordania, coincidentes con la pandemia de Covid-19 y las negociaciones entre Israel, Émiratos Árabes con Estados Unidos como intermediario, sin presencia ni voz del pueblo palestino, desde la RedCSur hacemos un llamado a oír Palestina, y expresar nuestra solidaridad y complicidad con el pueblo palestino que habita dentro y fuera de este territorio.

El grito palestino se escucha de lejos, desde el conflicto árabe-israelí de 1948, desde la guerra de los seis días en 1967, desde la intifada de 1987, desde los enfrentamientos que terminaron con el aislamiento definitivo de la franja de Gaza en 2005, desde el “viernes de furia” ante la apertura de la embajada estadounidense en Jerusalén en 2017. Oír Palestina implica el deseo de volver una parte sensible hacia ese prolongado grito, para afectarnos con la intemperie de su presente; un presente cuyo detalle puede ser a veces inaudible o ha sido silenciado por los altavoces internacionales. Pero queremos saber. 

Queremos que se sepa qué beneficios económicos y políticos que se persiguen con este acuerdo, qué  otras presiones internacionales, frenan el derecho a la autodeterminación del pueblo palestino y amenazan su existencia.

Queremos aprender de las tácticas para enfrentar el horror, las formas de resistencia que contestan a la violencia militarizada a la vez que traman formas de re-existencia que luchan por la continuidad y el desborde de los muros y franjas. Queremos expandir el saber desde abajo para expandir formas de boicot transnacional.

Queremos que cese la invasión. En la invasión a Palestina resuenan invasiones territoriales y saqueo de tierras que nos recuerda el despojo fundacional sobre el que se constituye cada Estado-nación. En la invasión a Palestina se ensayan estrategias de represión y tecnologías de control que luego son aprendidas y replicadas en distintos puntos del planeta. Lo hemos visto. Lo vemos en Chile, en Colombia, en Brasil. 

Queremos libertad a los presos políticos y que los refugiados puedan regresar a sus tierras. Que la diáspora palestina pueda volver a la tierra de sus antepasados sin peligro de ser extraditados por los controles del apartheid. No+ segregación, muros y puntos de control cercenando territorios, historias y memorias. 

Queremos traer al presente las redes de solidaridad entre sures que nos aproximen en un deseo por el cese del colonialismo y del apartheid, en la búsqueda por condiciones de vida digna para todxs. Queremos escuchar la posibilidad de otros modos de vida. Queremos hacerlos posibles.  

Hacemos un llamado a oír Palestina y articular nuestras energías de apoyo frente a la amenaza de anexión de Cisjordania que en palabras de sus autoridades constituye una “amenaza existencial”. Invitamos activistas, artistas, militantes, investigadorxs a participar del Círculo de la Palabra y la campaña artística Oír Palestina, como formas de afectación sobre la situación que atraviesa su pueblo, y un principio de saber para la acción política.

Campaña de solidaridad artística Oír Palestina:

Convocamos a una campaña artística que permita difundir y visibilizar la solidaridad con el pueblo palestino, a modo de piezas para ser descargadas y activadas desde distintas latitudes

Dirigida a artistas, colectivos, activistas, militantes

Bases:

1 – Cada artista o colectivo puede enviar un número ilimitado de obras (gráficas, audiovisuales, performáticas, literarias, musicales, etc) 

2 – Las obras deben enviarse mediante correo electrónico a redcsur@gmail.com. Adjuntando ficha completa de datos del autorx o colectivo:

Nombre colectivo u autor/a / País y ciudad / Correo electrónico / Título / Técnicas / Formato / Año

3- Las piezas serán subidas a la página de la RedCSur para ser descargadas y compartidas. 

#OirPalestina #SolidaridadConPalestina 

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Ouvir Palestina

Chamada para solidariedade internacional

Diante do avanço na ocupação dos territórios palestinos por parte de Israel, e a intensificação das ações para a anexação da Cisjordânia, coincidentes com a pandemia de Covid-19, nós, como RedCSur fazemos um chamado para ouvir Palestina, e expressar nossa solidariedade e cumplicidade com o povo palestino que habita dentro e fora deste território.

O grito palestino se escuta de longe, desde a guerra árabe-israelense de 1948, desde a guerra dos seis dias em 1967, desde a intifada de 1987 desde os enfrentamentos que terminaram com o isolamento definitivo da faixa de Gaza em 2005, desde as “sextas-feiras de fúria” diante da abertura da embaixada estadunidense em Jerusalém, em 2017. Ouvir Palestina implica o desejo de dispor uma parte sensível de nós para esse grito prolongado, para nos afetar pela intempérie de seu presente; um presente cujo detalhe pode ser às vezes inaudível ou silenciado pelos alto-falantes internacionais. Mas queremos saber.

Queremos que se saiba claramente quais interesses econômicos e políticos, quais cumplicidades internacionais, freiam o direito à autodeterminação do povo palestino e ameaçam sua existência.

Queremos aprender com as táticas para enfrentar o horror, as formas de resistência que contestam a violência militarizada e ao mesmo tempo tramam formas de re-existência que lutam pela continuidade e o transbordamento de muros e faixas. Queremos expandir o saber desde abaixo para expandir formas de boicote transnacional.

Queremos que pare a invasão. Na invasão da Palestina ressoam invasões territoriais e saqueio de terras que nos lembram a expropriação fundacional sobre a qual se constitui cada Estado-nação. Na invasão da Palestina são ensaiadas estratégias de repressão e tecnologias de controle que logo são aprendidas e replicadas em distintos pontos do planeta. Temos visto isso. Vemos isso no Chile, na Colômbia, no Brasil.

Queremos liberdade para os presos políticos e que os refugiados possam voltar para suas terras. Que a diáspora palestina possa voltar para a terra de seus antepassados sem perigo de serem extraditados pelos controles do apartheid. Não + segregação, muros e pontos de controle cerceando territórios, histórias e memórias.

Queremos trazer para o presente as redes de solidariedade entre os “suls” que nos aproximem num desejo pelo fim do colonialismo e do apartheid, na busca por condições de vida digna para todxs. Queremos escutar a possibilidade de outros modos de vida. Queremos torná-los possíveis.

Fazemos um chamado para ouvir Palestina e articular nossas energias de apoio diante da ameaça de anexação da Cisjordânia que em palavras de suas autoridades constitui uma “ameaça existencial”. Convidamos artistas, ativistas, militantes, pesquisadorxs a participar do Círculo da Palavra e da campanha artística Ouvir Palestina, como formas de afetação sobre a situação que atravessa seu povo, e um princípio de saber para a ação política.

Campanha de solidariedade artística Ouvir Palestina:

Convocamos a uma campanha artística que permita difundir e visibilizar a solidariedade com o povo palestino, a partir de peças para ser descarregadas e ativadas desde distintas latitudes.

Dirigida a artistas, coletivos, ativistas e militantes.

Bases:

1 – Cada artista ou coletivo pode enviar un número ilimitado de obras (gráficas, audiovisuais, performáticas, literárias, musicais, etc) 

2 – As obras deven ser enviadas ao e-mail redcsur@gmail.com. Anexar ficha completa de dados dx autorx ou coletivo:

Nome colectivo ou autor/a / País e cidade / E-mail / Título / Técnicas / Formato / Ano

3- As obras serão postadas na página da RedCSur para download e compartilhamento. 

#OuvirPalestina #SolidaridadeComPalestina

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Hear Palestine

Call for international solidarity 

Given the new advances in the occupation of the Palestinian territories by Israel, the intensification of actions for the annexation of the West Bank, coinciding with the Covid-19 pandemic and the negotiations between Israel and the Arab Emirates with the United States as an intermediary, without the presence or voice of the Palestinian people, RedCSur makes a call to listen to Palestine, and express our solidarity and complicity with the Palestinian people living inside and outside this territory.

The Palestinian cry can be heard from afar, from the Arab-Israeli conflict of 1948, from the six-day war in 1967, from the intifada of 1987, from the confrontations that ended with the definitive isolation of the Gaza Strip in 2005, from the “Friday of Fury” at the opening of the US embassy in Jerusalem in 2017. Hearing Palestine implies the desire to turn a sensitive part towards that prolonged cry, to affect us with the inclemency of its present; a present whose detail can sometimes be inaudible or has been silenced by international speakers. But we want to know.

We want to know clearly what economic and political interests, what international complicities, are holding back the right to self-determination of the Palestinian people and threatening its existence.  

We want to learn from the tactics of confronting the horror, the forms of resistance that respond to militarized violence while plotting forms of re-existence that fight for continuity and the overflowing of the walls and stripes. We want to expand knowledge from below to expand forms of transnational boycott.

We want the invasion to stop. The invasion of Palestine echoes with territorial invasions and plundering of land that reminds us of the foundational dispossession upon which each nation-state is constituted. In the invasion of Palestine, strategies of repression and technologies of control are tested, which are then learned and replicated in different points of the planet. We have seen it. We see it in Chile, in Colombia, in Brazil. 

We want freedom for political prisoners and we want the refugees to be able to return to their lands. That the Palestinian diaspora can return to the land of their ancestors without the danger of being extradited by the apartheid controls. No more segregation, walls and checkpoints cutting off territories, histories and memories. 

We want to bring to the present the networks of solidarity among the South that bring us together in a desire for the end of colonialism and apartheid, in the search for dignified living conditions for all. We want to hear the possibility of other ways of life. We want to make them possible.  

We call upon to hear Palestine and to articulate our energies of support in front of the threat of annexation of the West Bank which in the words of its authorities constitutes an “existential threat”. We invite activists, artists, militants, investigators to participate in the Circle of the Word and the artistic campaign Hear Palestine, as forms of affect on the situation that their people are going through, and a principle of knowledge for political action.

Artistic solidarity campaign Hear Palestine:

We call for an artistic campaign that allows to spread and make visible the solidarity with the Palestinian people, as pieces to be downloaded and activated from different latitudes

Aimed at artists, collectives, activists, militants

Bases:

1 – Each artist or collective can send an unlimited number of works (graphic, audiovisual, performance, literary, musical, etc) 

2 – The works must be sent by e-mail to redcsur@gmail.com. Attaching complete data sheet of the author or collective:

Collective name or author / Country and city / E-mail / Title / Techniques / Format / Year

3- The pieces will be uploaded to the RedCSur page to be downloaded and shared. 

#HearPalestine #SolidarityWithPalestine

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Écouter Palestine

Appel à la solidarité internationale

Compte tenu des nouvelles avancées dans l’occupation des territoires palestiniens par Israël, de l’intensification des actions pour l’annexion de la Cisjordanie, coïncidant avec la pandémie de Covid-19 et les négociations entre Israël et les Emirats arabes avec les Etats-Unis comme intermédiaire, sans la présence ou la voix du peuple palestinien, RedCSur vous appelle à écouter la Palestine, et à exprimer notre solidarité et notre complicité avec le peuple palestinien vivant à l’intérieur et à l’extérieur de ce territoire.

Le cri palestinien se fait entendre de loin, dupuis conflit israélo-arabe de 1948, depuis la guerre des six jours en 1967, depuis l’intifada de 1987, depuis les affrontements qui ont pris fin avec l’isolement définitif de la bande de Gaza en 2005, depuis “vendredi de la fureur” avant l’ouverture de l’ambassade américaine à Jérusalem en 2017. Entendre la Palestine implique la volonté de tourner une partie sensible de nous vers ce cri prolongé, de nous affecter avec les intempéries de son présent; un présent dont les détails peuvent parfois être inaudibles ou a été assourdis par des orateurs internationaux. Mais nous voulons savoir.

Nous voulons savoir quels sont les avantages économiques et politiques recherchés par cet accord, quelles autres pressions internationales freinent le droit du peuple palestinien à l’autodétermination et menacent son existence.

Nous voulons apprendre des tactiques pour affronter l’horreur, des formes de résistance qui répondent à la violence militarisée en même temps qu’elles tracent des formes de ré-existence qui luttent pour la continuité et le débordement des murs et des bandes. Nous voulons élargir nos savoirs par en bas pour élargir les formes de boycott transnational.

Nous voulons que l’invasion cesse. L’invasion de la Palestine fait écho aux invasions territoriales et au pillage des terres qui nous rappellent la dépossession fondamentale sur laquelle chaque État-nation est constitué. Lors de l’invasion de la Palestine, des stratégies de répression et des technologies de contrôle sont testées ; elles sont ensuite apprises et reproduites dans différentes parties de la planète. Nous l’avons vu. On le voit au Chili, en Colombie, au Brésil.

Nous voulons la liberté des prisonniers politiques et que les réfugiés puissent retourner sur leurs terres. Que la diaspora palestinienne puisse retourner sur la terre de ses ancêtres sans risquer d’être extradée par les contrôles de l’apartheid. No + ségrégation, murs et points de contrôle coupant les territoires, les histoires et les souvenirs.

Nous voulons porter au présent les réseaux de solidarité entre les Suds qui nous rapprochent dans une volonté de faire cesser le colonialisme et l’apartheid, poussés par la recherche de conditions de vie décentes pour tous. Nous voulons entendre la possibilité d’autres modes de vie. Nous voulons les rendre possibles.

Nous lançons un appel à écouter la Palestine et à articuler nos énergies de soutien face à la menace d’annexion de la Cisjordanie, qui, selon les termes de ses autorités, constitue une «menace existentielle». Nous invitons des militants, des artistes, des militants, des chercheurs à participer au Cercle de la Parole et à la campagne artistique Oír Palestina, comme moyens d’affecter la situation traversée son peuple et comme principe de connaissance pour l’action politique.

Campagne de solidarité artistique Écouter Palestine:

Nous appelons à une campagne artistique qui permette de diffuser et de rendre visible la solidarité avec le peuple palestinien, sous forme de pièces à télécharger et à activer depuis différentes latitudes.

Destinée aux artistes, collectifs, militants et activistes.

Bases :

1 – Chaque artiste ou collectif peut envoyer un nombre illimité d’œuvres (graphiques, audiovisuelles, de performance, littéraires, musicales, etc.) 

2 – Les œuvres doivent être envoyées par courrier électronique à redcsur@gmail.com. Joindre la fiche technique complète de l’auteurx ou du collectif :

Nom collectif ou auteur / Pays et ville / Courriel / Titre / Techniques / Format / Année

3- Les pièces seront téléchargées sur la page RedCSur afin d’être téléchargées et partagées. 

#ÉcouterPalestine #SolidaritéAvecPalestine 

 

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